domingo, 31 de janeiro de 2010

“Ninguém vê quando eu choro por dentro”


“Ninguém vê quando eu choro por dentro”

O que eu tenho não é pra você,
Por que me persegues?

O que desejo não tem nada a ver com você
Por que me quer tanto?

O que estou fazendo comigo,
Não lhe diz respeito
Então me deixe em paz
Ou me deixe em guerra
Mas me deixe.

O que acabo de escrever,
Não está falando mais com você
Pois você há tempos você se calou pra mim

Olha, eu estou num infinito particular.
Não tem por que você me procurar lá fora
Teu peito não é mais minha morada
Tua boca não é mais meu encanto
Teu corpo é pouco,
Pra mim.

Eu sempre perguntei onde você estava este tempo todo
E tudo que você pode dizer,
Você não quis
E agora eu choro,
Mas você não está mais em mim,
Esta fora,
É incapaz de entender...
És agora tudo o que eu não preciso ter.

por Crônica Mendes
Titulo extraído da música “Ao mestre com carinho” – Jairo Periafricania

sábado, 30 de janeiro de 2010

No camarim

Confira as fotos do "A Família" no camarim momentos antes de subir ao palco no show em Cordeirópolis.

Clique AQUI e confira TODAS as FOTOS

por Crônica Mendes

Eu Ainda Não Encontrei O Que Estou Procurando


Eu Ainda Não Encontrei O Que Estou Procurando

Eu escalei as montanhas mais altas
Eu corri através dos campos
Só para estar com você
Eu corri, eu rastejei
Eu escalei os muros da cidade
Estes muros da cidade
Só para estar com você
Mas eu ainda não encontrei
O que estou procurando
Eu beijei lábios de mel
Senti a cura na ponta dos dedos dela
Queimou como fogo
Esse desejo ardente
Eu falei com a língua dos anjos
Eu segurei a mão do demônio
Estava quente à noite
Eu estava frio como uma pedra...
Mas eu ainda não encontrei
O que estou procurando
Eu acredito na vinda do Reino
Então todas as cores
Irão filtrar-se em apenas uma
Mas sim, eu ainda estou correndo
Você quebrou os laços, soltou as correntes
Você carregou a cruz
E a minha vergonha
Você sabe que eu acredito nisso
Mas eu ainda não encontrei
O que estou procurando

Bono Vox

sábado, 23 de janeiro de 2010

De quem São Paulo?


De quem São Paulo?

São Paulo
São tantos Paulos
Poucos assentados
Paulos,
Pego no pulo
Prisão de São João.
Ou Bernardes.

São tantos quantos
Antes,
O momento da colheita
Na espreita
Da periferia de peito aberto
Cabelos brancos
Estômagos aos roncos

São Paulo,
Minha periferia moderna
A menina dos olhos do senhor Brasil.
O gigante de ferro e concreto,
Onde estórias de amor nascem em meio
Ao deserto, cinza e frio.

A cidade terra da garoa
Alagada nos quatro cantos
Comemorando seus anos
E os urubus sobrevoam a carcaça que a chuva deixou pelas ruas.
Antes ali havia vida,
mas agora é tempo de lágrimas.

Crônica Mendes

Jack London - Contos

"Para conseguir abrigo e comida os homens vendem coisas.
O comerciante vende seus sapatos, o politico vende seu humanismo e o representante do povo, com exceções, é claro, vende sua credibilidade, enquanto quase todos vendem sua honra. As mulheres também, nas ruas ou na sagrada relação do casamento, estão prontas a vender seus corpos. Todas as coisas são mercadorias, todas as pessoas são compradas e vendidas. A primeira coisa que o trabalhador tem pra vender é a força física. A honra do operário não tem preço no mercado. O operário tem músculos e somente músculos para vender."

Jack London

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Comida


Comida

Não tem como,
Mas eu não quero comer
O que vendem no mercado.
Estão nos envenenando aos poucos
E quem vai ter a cura,
Vai custa muito caro.
O coração já reclama há tempos
O estômago já sente o nojo
A boca suja
O arroto
O cuspe não é saliva doce
É nojento.
A casca da laranja
É mecânica
Está contaminada
O suco num susto
Pode te matar num segundo,
Antes mesmo de matar sua cede.
Isso tudo é uma MERDA,
ME r DA até medo
O que temos sobre a mesa nos leva sob a mesma
No momento seguinte
Pós refeição.
A saída vem do campo
E não dos campos de concentração.
Concentre-se
Não tem como,
Digo isso,
Pois também como.

por Crônica Mendes

A história me contará



por Crônica Mendes

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Divisor de águas


Divisor de águas

São Paulo não pode parar,
mas parou.
As artérias se encheram d`água,
O sangue coagulou.
Os carros parados sentindo ao nada.
Não se podia ir a lugar nenhum.
Lá estava eu, e nós.
Num carro, com a sensação de estarmos num bote,
Naufragos ilhados em meio a selva de pedra.
Tentamos avançar, dividindo águas,
mas a máquina quente, esfriou e alagou...

Pensei:
"Preciso aprender logo a nadar"

Sobrou a espera,
uma hora ela se esvai.
Uma hora,
Duas horas,
Três horas...
Quantas volta á mais no ponteiro...
O relógio anuncia,
são 04:30 da madrugada,
estamos na ilha de São Paulo
com raiva de São Pedro.

por Crônica Mendes

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Ontem


Ontem

Ontem,
Foi diferente.
Hoje,
Estamos mais bonitos.
Agora,
Já podemos ser felizes
Ou então,
Vamos continuar tentando.
Talvez depois vamos olhar pro futuro
E dizer:
Que menino mal
Olha quanto tempo demorou pra chegar,
E agora, é só isso.
Vamo rir,
Agora já podemos rir de tudo isso.
Amanhã será como agora,
Único ou única.
Escolha quem você é.
Só não se esqueça de dizer a verdade,
sempre que lhe convir.

por Crônica Mendes

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sou da Lua de Jorge


Sou da Lua de Jorge

Sou,
Sou da lua de Jorge.

Sou da Lua de Jorge santo guerreiro
Protetor da gente
Quando estou no terreiro, na roda de samba,
Ele está com a gente

Sou da Lua de Jorge,
Sou.
Sou da Lua de Jorge,
Eu sou.

Mas que Deus abençõe
Cada um
Nos livrai do mal
Cada um
Que nenhum inimigo
Que nem um
Possa nos atingir
Que nenhum

Que essa música nossa
Da gente
Possa fazer o bem
Pra gente

por Crônica Mendes

Quando acabar o maluco SOU EU

"No momento em que eu ia partir
Eu resolvi voltar"

Tentando entender alguém


Tentando entender alguém

Tudo faz sentido
Quando sentimos algo
Até então inexplicável.
Tudo tem razão,
Porque senão,
Seriamos desolados
Nada está atoa
Tudo está ai pra se encontrar...
Qual caminho a seguir,
É a pergunta a si perguntar.
Sentir o vento nos cabelos longos
Saborear o gosto de um beijo intenso
Se despojar em braços firmes
Se encontrar com um desejo imenso
Não calcular o que fazer no dia seguinte
Se entregar
Se arriscar
Se encontrar
Se entender.
Não imaginar demais, não se esconder.

Diga,
O que faz parte de você?

por Crônica Mendes

Uma perguntinha

Quando o mundo
For mais do mesmo
Quem você será?


por Crônica Mendes

O Haiti


O Haiti

A pena que o mundo sente,
Não serve.
A ajuda Brasil que lá está,
Não serve.
O Haiti tremeu
Seus filhos caíram por terra,
Sob escombros vidas gritam
Sob escombros a vida se esvai.
Sinto-me pouco,
Ainda a muito que se fazer.
Estou aqui, mas não estou salvo.
Eu não sobrevivi, partes de mim sucumbiram no Haiti
Somente minhas palavras e dor não serve,
Mas não me calo.
Não há reza,
Há prantos.
De joelhos eles clamam ao céu.
E a terra os engoliu.
Existe o conflito dos elementos?
O fogo foi atiçado, a terra tremeu, o céu ficou intacto.
E o ar invadiu os pulmões de muitos,
Tornando-se menor o numero de vitimas.

... E quando esses dias passarem,
Não se esqueçam da pobreza e miséria, estes não foram soterrados.
Ainda precisam ser combatidos.

por Crônica Mendes
Meu coração está sob escombros.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

A poesia é pouco


A Poesia é pouco

A poesia é pouco.
A poesia é pouco..
A poesia é pouco...
Pouco provável que seja pouca,
ou pouca vergonha dita em poucas palavras.
A poesia é pouco.
A poesia é pouco..
A poesia é pouco...
Pouco provável que seja pouca,
por que o bastante é latejante e amargo no final
Onde mora a poesia,
é onde morre a arrogância.
A poesia é pouco.
A poesia é pouco..
A poesia é pouco...
Pouco provável que seja pouca,
não tola, nem tolerante,
abrangente.
Em cada palavra, uma pá de verbos
servido à adjetivos por sujeitos comuns.
Dispensa frescura e nas escuras,
traduz figuras, estranhas entre linhas destrinçadas.
A poesia é pouco.
A poesia é pouco..
A poesia é pouco...
Pouco provável que seja pouca,
tampouco que seja tola.
Numa vida sem sentido, sentindo muito o vazio
disso.
Numa vida mórbida, transforma,
A poesia transforma a ponto de transbordar a mutação,
multidão de pessoas, de palavras.
O vomito literário, o desabafo, o despeso de tudo que aperta o peito,
ou de tudo que preenche o peito.
Isso é poesia,
poesia pouco,
pouco provavél que seja pouca.
Sinta o gosto,
prove.

por Crônica Mendes

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Entre o amor e as grades


Entre o amor e as grades

Leiam a matéria "Entre o amor e as grades" escrita pela jornalista Nina Fideles sobre a vida das mulheres de presos no estado de São Paulo. O texto retrata a rotina do dia de visita, a família, o preconceito e as humilhações as quais elas passam. Com sensibilidade e profundidade.
A reportagem foi publicada na última edição da revista Fórum e está disponível na internet e nas bancas.

Entre o Amor e as Grades - por Nina Fideles
Clique no nome da matéria e confira na íntegra

por Crônica Mendes

Inclássificaveis


Inclássificaveis

Somos
Músicos
Poetas
Atrevidos
Descarados
Amantes
Abusados
Privilegiados
Amados
Vadios
Conteporâneos
Antigos
"somos o que somos
somos o que somos
Inclássificaveis..."

por Crônica Mendes
(ao dia mundial da poesia, todos os dias)

domingo, 10 de janeiro de 2010

Faça Por Amor


Música - Faça Por Amor (Crônica Mendes)
Grupo - A Família
Álbum - Mais Romântico
2008/2009

Obs:
Breve o clipe estará disponível

Entrevista com Crônica Mendes

por Alessandro Buzo

Quem é Crônica Mendes ?
Sou apenas um sonhador, um músico, um compositor de minha vida da vida alheia.

O que é literatura pra você ?

Pra mim, é a arte de deslumbrar os sonhos em contraste com a realidade. É a comunhão do agora com o futuro, das lágrimas e do riso, do fantástico e do fantasioso. Enfim, é a liguagem na arte de tentar entender o mundo.

Porque virou colunista desse blog ?

Para socializar meus pensamentos e sentimentos. Fazer parte da vida das pessoas não é facil, a gente tem que escrever muito.

O que você faz no dia a dia ?

Durante o dia eu descanso, durante a noite eu crio enquanto o mundo dorme.

Onde e como você conheceu os livros ?

Conheci os livros ainda quando criança. Li alguns neste período, mas sótive interesse por eles mesmo na escola Manoel Ignácio (Hortolândia), jáno ensino médio, durante uma aula de filosofia com um professor chamado Marcelino, antes disso minha literatura era só gibis variados e revistas de música.

Indique 3 autores que vc gosta de ler ?

Fernando Pessoa
Vinicius de Moraes
Camões

3 livros ?
A Hora Obscura
A Era dos Festivais
O Livreiro de Cabul

Fale de onde você mora ?

Sou de Jorge, São Jorge em Hortolândia, interior paulista. Atualmente moro na Barra Funda, um bairro no estilo boêmio. Cada esquina um bar onde tem todo tipo de música. Do lado direito o Rock, do lado esquerdo o alternativo, mais a frente o samba, um pouco mais ali adiante o reggae, ena rua que liga tudo isso, fica a faculdade, Oswaldo Cruz, vai vendo. Ainda não ouvi o Hip Hop em nenhum desses bares, mas no apartamento sob o meu,rap é o que mais toca, rs, então me sinto bem em casa literalmente.

O que acha de livros que viram filme ?
Quase nunca são fiéis a escrita, mas entendo, não dá pra se colocartodas os fatos das páginas de um livro em um roteiro de cinema. Ficaria enorme este filme. Minha decepção com esse tipo de experiência, foi como filme "O Código Da Vinci", o livro é bom, muito bom, já o filme é uma merd..., e olha que sou fã do Tom Hanks, mas ele não tem culpa do fiasco que é o filme.

Como foi estar entre os autores do livro "Pelas Periferias do Brasil -VOL III"?

Foi uma grande aula.

Porque o povo brasileiro lê pouco ?
Porque a concorrência, a TV, não está nas bibliotecas, está dentro de nossas casas sem pedir licença. Mas pedir licença pra que, se fomos nósque trouxemos ela pra casa, pagamos as prestações e por aí vai...Todo mundo quer uma TV de plasma e quase ninguém quer um livro de 130 páginas.Mas vejo uma mudança tímida neste quadro, o povo tem se informado mais,tem tido acesso aos livros mais do que antes, ou melhor antes nem tinham. Equando se fala em lê pouco, estamos falando de livros ná, porque o povolê muita revista de fofoca, saber da vida dos artista parece ser bom. Masa boa leitura está aumentando, pode acreditar, mas o povo lê o que lhe interessa, o que lhe chama atenção. É como uma música, ninguém gosta de ouvir uma música que te deixa pra baixo, muito menos uma leitura.

Além de poeta, vc é rapper do grupo "A Familia", tranquilo conciliar as duas coisas ? Fale do grupo.

Minha música é minha poesia e vice e versa. Sou um músico, faço música livre, sou um rapista, como dizia o mestre Milton Santos, esses rapistas daperiferia são grandes comunicadores populares. Rapista, gosto muito disso.Com relação ao "A Família", o nome já diz tudo, somos pessoasdiferentes e isso fortalece nosso trabalho, cada um articulando algo em prol do coletivo, o grupo não é somente Crônica, Demis, Gato Preto e Dj Bira. O grupo é toda uma legião que acredita em nosso trabalho, são essas pessoas que quando escutam nossas músicas se sentem parte delas. Écomo se nós conhecêssemos todos os que nos escutam, mas isso é apenasuma alusão à imensidão que a música pode chegar

Conhecimento (Livros e filmes) é o 5o elemento do Hip Hop, o que vc pensa sobre isso.

Não entendo o por que deste debate, "Quem é o quinto elemento?". Acredito que somos bilhões de células, que compõem este corpo Hip Hop. O públicoé uma das maiores células e ninguém nunca falou que eles é quem são o quinto elemento. A idéia é "agregar e somar valores". Os números nuncanão são fiéis, o quinto, o quarto... Somos muito mais que isso, somos células.

Considerações finais...

A todas (os) que vão ler minhas palavras, meu muito obrigado. Fui o mais sincero possível, mas não sou o dono da verdade. Obrigado Alessandro Buzo pelo espaço e inspiração. Parabéns pelas perguntas.
Ouçam A Família leiam A Família e visitem meu blog cronicamendes.blogspot.com

... para todo sempre Crônica Mendes

Entrevista cedida ao blog Literatura Periférica.

sábado, 9 de janeiro de 2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Os olhos do sambista


Os olhos do sambista

Atira em mim,
Minhas mãos ao alto
Não por você
Por mim
Minha glória
e Minha causa
A causa de muitos.
Atire,
Mas meu corpo vai adiante
Mesmo com os olhos encharcados
Minhas lágrimas não caíram por você.
Quem tem uma causa, tem pelo que viver
Quem não tem motivo nem causa
É VOCÊ.
Você só tem uma farda
Suja, cinza...
E pensa ser mais do que eu e minha causa.
Entendo seu ato,
Seu desespero
Seu baixo salário,
Seu despreparo...
Só não entendo por que você faz isso contra quem
Defende e almeja as mesmas melhorias "que você".
A diferença entre nós,
Vai além da farda e da causa
A diferença está no caráter.

por Crônica Mendes

Obs: Foto - O sambista André, da Bateria Unidos da Lona Preta, agredido durante o ato de ontem contra o aumento das passagens.
Esse mundo vai virar...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Tempo e espaço


Tempo e espaço

Cada tempo
tem seu espaço
e suas idéias.

Aproveito meu tempo,
exploro minha idéias
com isso...

Sigo vida a fora
e a dentro,
cantando no tempo
as minhas idéias
e conquistando o meu espaço

por Crônica Mendes

por Nina


Foto Sérgio Vaz

Uma dica
para que você possa
indicar
á alguém
que você queira
informar.

Visite
e participe do blog da jornalista Nina Fideles
www.ninafideles.blogspot.com

por Crônica Mendes

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ouçam



... nem tudo está perdido, ainda se faz música boa.

por Crônica Mendes

A Casa é sua

A Casa é sua

Venha,
A casa é sua.
Aqui, tudo de novo tem.
A sala te espera
Pra descansar,
Mas como a casa é sua
Você tem muito que fazer
Para que ela se torne um lar doce lar.
Cada cômodo uma nova lembrança,
como o retrato exposto na parede.
Cada um dos moveis a teu estilo
Revela-te a cada olhar.
A Casa é sua,
Venha, pode entrar.
Teu quarto, teu divã.
A escada, a rede onde teu corpo se deita pela manhã.
Nas paredes deixei tuas cores
Para que você se reconheça em cada uma delas,
Pois tua diversidade nunca paralisou em uma cor púrpura e única.
Tudo novo novamente,
Para você se sentir bem...
Venha,
A Casa é sua
Não tenha vergonha
sinta-se a vontade,
Pois estamos apenas começando
Um novo DIA.
A Casa é sua,
Tire os sapatos e entre,
Para que o frio do chão toque teus pés
E lhe de a sensação única
De estar em casa...

por Crônica Mendes

Universo 8


Universo 8

As palavras
constroem mundos.
e os mundos,
são SEMPRE novidades do subconsciênte.
Nada é paralelo,
tudo está direcionado,
MESMO estando longe.
As palavras fazem o universo
e o UNIVERSO somos nós.

Enquanto O "entender" for somente para silenciar um debate,
nada será acrescentado ao SABER.

As palavras
FALAm Por si só
SomOs NÓS que precisamos delas como auto-ajuda.
As palavras,
as vezes dizem, mesmo no silêncio, o que NÃO gostaríamos de ouvir.

São TANTAS
as PALAVRAS.

por Crônica Mendes

para 2010



Daqui pra frente, que venham os desafios.

por Crônica Mendes