segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Quando a liberdade cantar

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Quando a liberdade cantar


Ah como eu queria que a liberdade
Fosse uma música, que ela cantasse.
A paz, o amor, o respeito pra nóis
Ah se a sociedade ouvisse a nossa voz.

De dentro desse mundo de concreto, escrevo
Os sonhos meus e dos meus parceiros.
A rua ta lá, esperando a gente
Quando estivermos lá, tudo será diferente

O corpo ta preso mas a mente voa
Os pés estão no chão, mas o coração voa.
Como uma pipa lá no alto, no céu.
A saudade traz lembranças aos olhos meus.

A noite chega, mas um dia a menos
Conto as horas no relógio, que marca o meu tempo
Pelo mesmo portão que entrei, eu vou sair
Cabeça erguida e dignidade pra viver longe daqui.

Ninguém nasceu pra ser preso, não é natural.
Julgar um erro com outro erro é desleal
A vida é pra ser vivida livre, em cores
Não há de ser pra sempre cinza e dores

O que se deve sentir não é pena
Pena cumpro aqui.
O que se deve sentir e bom senso
Penso assim.

Ah como eu queria que a liberdade
fosse uma música, que ela cantasse.
A vida e os sonhos guardados na mente
Os dias de glória, da nossa gente .

Saúde, fé, amor, compromisso
Respeito, humildade, trabalho,
É isso, que eu quero e desejo pra nóis
Ah se a sociedade ouvisse nossa voz.

Crônica Mendes

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