segunda-feira, 25 de junho de 2012

A noite que fugi de casa


A noite que fugi de casa

Quando o dia amanheceu,
Eu estava na Lua.
Distante de tudo.
Da rua,
Da TV,
Do rádio,
Do ódio,
Do ócio;
Até mesmo de você.
De TUDO.
Era domingo.
O silêncio não me alcançava
me deixava inquieto,
Nervos a flor da pele,
me deixava nervoso.
Será que ninguém vem me visitar?
Talvez ao anoitecer,
ou talvez nem olhem pra cá.
Depois...
Quando o dia amanheceu,
Eu estava na Lua,
sem saber pra onde vir.
Sentindo o luar adentrando os poros,
mas o medo era ainda o maior sentimento
presente.

Crônica Mendes

Um comentário:

Fernnanda Ávila disse...

Demais... o medo ainda era o maior sentimento... arrepiei!

Fernnanda