terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Epilepsia

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Epilepsia

Uma dose do mais puro álcool
entre o gelo sagrado no
batizado Uísque.
Um trago da mais densa fumaça,
risca o ar, na perfumada nicotina corrosiva que polui o pulmão dos dias.
E é assim, tudo tão rápido, como a vida que mais parce uma bituca na boca suja do tempo.
É Tudo como uma música que completa a cada fato uma nota que desafina, que destoa da orquestra. Um conflito interno intenso, suave aos olhos de quem vê, poucos segundos antes de tudo isso transbordar pelos olhos, repentinamente. Como a luz breve do vagalume.

Sinto que vou me debater assim que for ao chão,
mas não me deixe aqui.
Entre náuseas e esquecimento,
entre a dor e a falsa alegria,
Essa febre efêmera que não quer me deixar.
Quase nem me sinto, e sei que isso é o efeito colateral de tanto fármaco.
Outra dose do mais belo álcool,
mais um trago.
Deixa tudo no ar...
Isso continua...
Isso daria uma bela canção dos anos 70.
ou um poema que cai no esquecimento.

Crônica Mendes e Sérgio Vaz

4 comentários:

aldimir disse...

louko louko louko

Sentimento Abstrato disse...

DOIS MESTRES!

PAZ, LUZ. . .

. . . MUITO AMOR VIDA LOKA, MUITO AMOR, VOCÊ É O QUE PRECISA MAIS DE AMOR!

Tati BoteLho'
@tatiboteLho12

André Luis de Vasconcelos disse...

isso me veio com uma gota de lagrima só no inicio e ao final um mar de que hoje ela me bastou por esse momento , obrigado irmão

Anônimo disse...

Ah, a poesia!
Dela a vida se extrai.

é nóis!

sergio vaz